Ana Bárbara é muito eficiente, atenciosa, maravilhosa. A gente sempre sai mais bonita da consulta.
Utilizo o MMP (Microinfusão de Medicamentos na Pele) em protocolos individualizados para manchas, melasma e alterações de textura, escolhendo os ativos e a profundidade de aplicação conforme as necessidades de cada pele.
Ana Bárbara Scheibe
CRM-RS 27336 | RQE 19689
Dermatologia Clínica e Estética
Atendimento em Porto Alegre / RS
Atuação direcionada sobre alterações de pigmentação.
Melhora gradual da uniformidade e da qualidade da pele.
Ativos e profundidade definidos conforme cada indicação.
⭐⭐⭐⭐⭐
Ana Bárbara é muito eficiente, atenciosa, maravilhosa. A gente sempre sai mais bonita da consulta.
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Sempre fui muito bem atendida pela Dra Ana. Suas dicas e procedimentos atendem quem quer ficar linda e de forma natural. Sempre quero voltar.
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Sou paciente da Dra. Ana há bastante tempo e sempre fui atendida com muita atenção, competência e segurança.
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Adoro e confio na Dra. Ana Barbara! Profissional sensata, que demonstra na pratica seu conhecimento! Recomendo e muito!
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Ana Bárbara é uma médica com uma técnica impecável e sempre visa o cuidado e bem estar do paciente. Atendimento de alta qualidade!
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A dra Ana Bárbara é excelente dermatologista e a clínica está linda, acolhedora e com uma aparelhagem super moderna. Recomendo muito!
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Dermatologista de primeira linha!
Sempre antenada de todas as tendências e do que é mais moderno em procedimentos estéticos!
⭐⭐⭐⭐⭐
Consultas sempre ótimas e resolutivas. A Dra. Ana Bárbara alia competência, atenção e gentileza.
Com o MMP Facial, realizo a microinfusão controlada de ativos selecionados conforme a indicação dermatológica. O protocolo é individualizado para atuar sobre alterações de pigmentação e textura, sempre considerando as características, a sensibilidade e as necessidades de cada pele.

Sou médica formada pela UFRGS, com mais de 20 anos de atuação em dermatologia clínica e estética. Antes de indicar o MMP Facial, avalio o tipo de mancha, o histórico de melasma, a sensibilidade e as características da pele. A partir dessa avaliação, defino se o procedimento é adequado, quais ativos podem ser utilizados e como o protocolo deve ser conduzido.
Manchas crônicas que exigem avaliação e tratamento individualizados.
Áreas escurecidas que deixam o tom da pele
menos uniforme.
Irregularidades que interferem na uniformidade e
na qualidade da pele.
Alterações leves de textura ou pigmentação deixadas
pela acne.
Durante o MMP Facial, conduzo um equipamento com microagulhas sobre a região que será tratada, realizando movimentos precisos e controlados. A cada passagem, as microagulhas penetram na pele e depositam pequenas quantidades dos ativos que selecionei para aquele tratamento.
Essa ação combina a microinfusão dos ativos com o estímulo provocado pelas microperfurações. Ajusto a profundidade, os ativos e a intensidade do procedimento conforme cada pele e objetivo, seja para tratar melasma, pigmentação irregular, textura ou marcas superficiais de acne.
Avalio a pele, confirmo a indicação e defino os ativos e a profundidade para aquele tratamento.
Faço a higienização da região e, quando indicado, utilizo anestésico tópico para proporcionar mais conforto.
Conduzo o equipamento sobre a área tratada, depositando pequenas quantidades dos ativos por meio das microperfurações.
Pode haver vermelhidão e sensibilidade temporárias. Oriento os cuidados conforme a resposta de cada pele.
O equipamento é apenas o meio. O tratamento é definido pela indicação médica, pela escolha dos ativos e pela forma como conduzo a aplicação em cada pele.
Um ambiente planejado para oferecer conforto, privacidade e segurança em cada atendimento.










Informações importantes antes da sua avaliação médica.
O MMP Facial pode causar desconforto, cuja intensidade varia conforme a região tratada e a profundidade da microinfusão. Quando indicado, aplico anestésico tópico antes do procedimento para tornar a sessão mais confortável.
Em muitos casos, o protocolo pode envolver de três a cinco sessões, geralmente com intervalos de cerca de quatro semanas. Essa faixa não é uma regra: após cada microinfusão, avalio como a pele respondeu e decido se uma nova sessão pode acrescentar benefício ou se é melhor aguardar a evolução.
Após a microinfusão, é esperado que a pele fique avermelhada e sensível. Também podem surgir leve inchaço, pequenos pontos ou descamação nos dias seguintes. Em muitos casos, é possível trabalhar normalmente, mas os sinais podem permanecer visíveis por alguns dias. Por isso, explico previamente o que esperar e oriento os cuidados necessários para a recuperação da pele.
As mudanças na pele costumam aparecer gradualmente nas semanas seguintes à microinfusão, conforme a pele se recupera e responde ao tratamento. A evolução varia de acordo com a alteração tratada e pode continuar ao longo das sessões. Por isso, comparo a resposta da pele antes de indicar uma nova aplicação.
Confira respostas mais específicas sobre a microinfusão, suas indicações, cuidados e diferenças em relação a outros tratamentos.
O microagulhamento mais tradicional é realizado com o Dermaroller, um pequeno rolo manual coberto por microagulhas de comprimento fixo. Ao movimentá-lo sobre a pele, são produzidas múltiplas microperfurações, cuja principal finalidade é desencadear o processo de reparação e estimular a produção de colágeno.
O MMP Facial — Microinfusão de Medicamentos na Pele é uma técnica médica mais recente. Em vez do rolo manual, conduzo um equipamento motorizado com um cartucho descartável de microagulhas, que permite controlar com maior precisão a profundidade e a velocidade da aplicação.
Além de produzir as microperfurações, a MMP deposita pequenas quantidades dos ativos selecionados diretamente na pele durante o procedimento. Dessa forma, combina o estímulo provocado pelas agulhas com uma microinfusão mais controlada e homogênea, direcionada à alteração que desejo tratar.
Atualmente, não utilizo o Dermaroller em meus tratamentos. Quando há indicação para MMP Facial, defino os ativos, a profundidade e as regiões de aplicação conforme o diagnóstico e as características de cada pele.
Nem todas as manchas que aparecem no rosto têm a mesma origem — e, por isso, dificilmente um único procedimento será a melhor escolha para todas elas. Uma mesma paciente pode apresentar melasma, manchas solares, pigmentação após inflamações e marcas de acne, cada alteração exigindo uma estratégia diferente.
O MMP Facial pode ser considerado principalmente quando desejo realizar uma microinfusão direcionada para alterações como melasma, pigmentação irregular e determinadas marcas superficiais de acne, especialmente quando também existe interesse em melhorar a textura da pele.
Já manchas solares mais delimitadas, sardas, áreas avermelhadas e pequenos vasos podem responder melhor à Luz Intensa Pulsada. Em outros casos, um peeling ou uma tecnologia a laser pode alcançar de maneira mais adequada a profundidade ou o tipo de pigmento envolvido.
Por isso, não escolho um único equipamento para tratar todas as manchas ao mesmo tempo. Primeiro identifico quais alterações estão presentes e, então, decido se a MMP Facial deve ser o tratamento principal, se deve fazer parte de uma sequência com outros procedimentos ou se outra abordagem oferece uma resposta mais adequada.
Existe essa possibilidade, porque o melasma é uma condição crônica e bastante reativa. Uma microinfusão realizada com intensidade excessiva, em uma pele sensibilizada ou em um momento inadequado pode provocar inflamação e favorecer o escurecimento das manchas — especialmente quando há exposição solar durante a recuperação.
Isso não significa que o MMP necessariamente piore o melasma. Quando bem indicada, ela pode fazer parte do tratamento. Antes de realizá-la, observo se o melasma está mais estável ou ativo, se houve exposição solar recente e se a pele apresenta irritação ou alteração da barreira cutânea. Em alguns momentos, a decisão mais segura pode ser controlar primeiro esses fatores e adiar o procedimento.
Quando indico o MMP, ajusto a profundidade e a intensidade da microinfusão, seleciono os ativos conforme aquela pele e oriento os cuidados posteriores, principalmente em relação à fotoproteção. O objetivo é tratar a pigmentação sem provocar uma inflamação maior do que a pele consegue tolerar.
Não realizo a MMP Facial quando a região apresenta infecção ativa, herpes, feridas, dermatite, irritação intensa ou acne inflamatória. Nessas situações, as microperfurações podem agravar o processo existente, e a prioridade é tratar a pele antes de considerar a microinfusão.
Também preciso avaliar com atenção pacientes com alterações de coagulação, uso de anticoagulantes, dificuldade de cicatrização, tendência à formação de queloides, imunossupressão ou doenças não controladas. Dependendo do caso, o procedimento pode ser contraindicado ou adiado.
Na gestação e na amamentação, assim como diante de alergias ou do uso de determinados medicamentos, a análise deve considerar não apenas as microagulhas, mas também os ativos que seriam infundidos na pele. Por isso, é importante informar o histórico de saúde, os medicamentos em uso e procedimentos recentes antes da sessão. Se não houver condições seguras para realizar o MMP, prefiro não indicar ou aguardar o momento adequado.
Nas primeiras 24 horas após o MMP Facial, a pele ainda está sensibilizada e os microcanais produzidos durante o procedimento estão em processo de recuperação. Nesse período, oriento uma rotina mais simples, com os produtos específicos que indico para higienização, hidratação e proteção solar. Não é o momento de testar cosméticos novos ou aplicar produtos que não tenham sido orientados.
A maquiagem geralmente pode ser retomada a partir do dia seguinte, desde que a pele esteja íntegra, sem sangramento, secreção ou sensibilidade intensa. Se ainda houver muita vermelhidão, ardência ou descamação, recomendo aguardar um pouco mais.
Ácidos, retinoides, esfoliantes e outros produtos potencialmente irritantes devem permanecer suspensos até que a pele esteja recuperada. Esse intervalo pode variar de alguns dias a uma semana, conforme a profundidade da microinfusão e a resposta individual. Na orientação após a sessão, explico quando e como cada produto da rotina poderá ser reintroduzido.
Embora os dois tratamentos possam melhorar a aparência e a qualidade da pele, eles não atuam da mesma forma.
O Skinbooster é realizado com pequenas aplicações de ácido hialurônico na pele. Sua principal função é aumentar a hidratação, contribuindo para uma pele com aspecto mais viçoso, macio e uniforme. Costumo considerá-lo quando o incômodo principal é ressecamento, perda de luminosidade ou presença de linhas finas associadas à desidratação.
O MMP Facial combina microperfurações controladas com a microinfusão dos ativos selecionados para cada tratamento. Ela pode ser mais adequada quando o objetivo envolve melasma, pigmentação irregular, alterações de textura, poros aparentes ou determinadas marcas superficiais de acne.
Em algumas pacientes, hidratação e pigmentação precisam ser tratadas separadamente. Nesses casos, MMP e Skinbooster podem fazer parte do mesmo plano, realizados em momentos diferentes. A escolha começa pelo aspecto da pele que mais incomoda e pelo resultado que desejo alcançar primeiro.
Primeiro, é importante diferenciar uma marca plana, que altera principalmente a cor da pele, de uma cicatriz que modifica o relevo e forma pequenas depressões. Embora as duas possam permanecer depois da acne, não são tratadas da mesma maneira.
O MMP Facial pode ajudar quando existem manchas residuais, alterações superficiais de textura, poros aparentes e cicatrizes pouco profundas. Nesse caso, combino o estímulo das microperfurações com a microinfusão de ativos selecionados para as características daquela pele.
Quando predominam cicatrizes deprimidas, irregulares ou mais profundas, um laser fracionado, como o Erbium, pode ser mais adequado por promover uma renovação mais intensa e atuar no remodelamento da pele. Algumas cicatrizes, porém, necessitam de outras técnicas e não serão corrigidas apenas com MMP ou laser.
Se ainda houver acne inflamatória, geralmente começo controlando as lesões ativas para evitar o surgimento de novas marcas. Depois, defino se a melhor estratégia será a MMP Facial, o laser ou uma sequência de tratamentos, considerando a profundidade das cicatrizes, o fototipo e o período de recuperação disponível.
Sim. Esses tratamentos podem fazer parte do mesmo planejamento, porque atuam sobre alterações diferentes e não substituem uns aos outros.
O MMP Facial é direcionado principalmente à pigmentação, à textura e à qualidade da superfície da pele. A toxina botulínica atua na contração dos músculos responsáveis pelas rugas dinâmicas. Já o preenchimento facial é utilizado quando desejo recuperar suporte, volume ou definição em regiões específicas.
Realizá-los no mesmo período, porém, não significa necessariamente fazer todos no mesmo dia. Quando os procedimentos envolvem a mesma região, geralmente organizo as aplicações em datas diferentes, permitindo que a pele se recupere e que eu observe a resposta de cada etapa antes de avançar.
A sequência depende das áreas tratadas, das prioridades da paciente e do procedimento que deve produzir o primeiro efeito dentro do plano. Dessa forma, consigo combinar tratamentos sem sobrecarregar a pele e sem perder a capacidade de avaliar o que cada um acrescentou ao resultado.
Conheça o tratamento com Toxina Botulínica
Conheça o tratamento de Preenchimento Facial
O valor do MMP Facial depende do protocolo indicado. Considero a região que será tratada, a alteração da pele, os ativos utilizados e a possibilidade de serem necessárias novas sessões.
Em muitos casos, o tratamento pode envolver de três a cinco sessões, mas não defino antecipadamente um pacote fechado para todas as pacientes. Após cada microinfusão, observo como a pele respondeu antes de confirmar se uma nova aplicação realmente pode acrescentar benefício.
Durante a avaliação, explico o plano proposto e apresento os valores antes de iniciar o tratamento. Assim, a paciente sabe o que está sendo indicado, quantas etapas podem ser necessárias e qual será o investimento previsto.
Sim. A microinfusão também pode ser realizada no couro cabeludo, mas com um protocolo diferente daquele utilizado na face.
No MMP Capilar, conduzo o equipamento sobre as regiões que apresentam rarefação, produzindo microperfurações controladas e depositando pequenas quantidades dos ativos selecionados diretamente no couro cabeludo. A profundidade, os medicamentos e o número de sessões são definidos especificamente para o diagnóstico capilar.
A técnica pode ser considerada em determinados casos de afinamento progressivo e alopecia, mas não é indicada para toda queda de cabelo. Alterações hormonais, deficiências nutricionais, inflamações do couro cabeludo e diferentes tipos de alopecia exigem condutas distintas. Em algumas situações, a MMP participa do plano; em outras, o tratamento principal será clínico ou realizado com outra tecnologia.
Por isso, antes de indicar a microinfusão capilar, procuro identificar a causa da queda e avaliar se os folículos ainda têm possibilidade de responder ao tratamento.
Conheça os Tratamentos Capilares
Agende uma avaliação dermatológica em Porto Alegre para definir o tratamento mais adequado para suas manchas, melasma e textura da pele.
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